Post retirado, notas no SIGA
segunda-feira, 29 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
GenMol: Oportunidade de melhorar a nota e mudança do calendário
Caros alunos da disciplina Genética Molecular
Por sugestão do Prof. Éderson Kido, acatada pelo Prof. Paulo Andrade, a prova de reposição (segunda chamada) poderá ser feita por qualquer aluno que assim desejar. A nota obtida, se superior a qualquer uma das três anteriores, substituirá a menor. No caso dos alunos que faltaram a alguma prova, esta regra não se aplica.
As próximas provas terão questões de marcar X (Profs. Kido e Neto) e questões dissertativas (Prof. Paulo). O novo calendário, que permitirá aos alunos mais tempo para estudar, é o seguinte:
dia 15 de abril, segunda feira: aula normal - reestudo das questões das 3 provas
dia 17 de abril, quarta feira: sem atividades
dia 22 de abril, segunda feira: prova de reposição
dia 24 de abril, quarta feira: sem atividades
dia 29 de abril, segunda feira: prova final
POR FAVOR DIVULGUEM AO MÁXIMO
Por sugestão do Prof. Éderson Kido, acatada pelo Prof. Paulo Andrade, a prova de reposição (segunda chamada) poderá ser feita por qualquer aluno que assim desejar. A nota obtida, se superior a qualquer uma das três anteriores, substituirá a menor. No caso dos alunos que faltaram a alguma prova, esta regra não se aplica.
As próximas provas terão questões de marcar X (Profs. Kido e Neto) e questões dissertativas (Prof. Paulo). O novo calendário, que permitirá aos alunos mais tempo para estudar, é o seguinte:
dia 15 de abril, segunda feira: aula normal - reestudo das questões das 3 provas
dia 17 de abril, quarta feira: sem atividades
dia 22 de abril, segunda feira: prova de reposição
dia 24 de abril, quarta feira: sem atividades
dia 29 de abril, segunda feira: prova final
POR FAVOR DIVULGUEM AO MÁXIMO
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Roteiro para ClustalW e Treeview
Roteiro para uso do ClustalW e visualização no Treeview
Exemplo com sequências de proteínas de primatas
Nosso objetivo é selecionar sequências de proteínas de
primatas que são similares à HSP70 humana (presumivelmente têm a mesma função)
e, empregando estas sequências, procurar avaliar se a árvore de distâncias
genéticas entre as sequências agrupa de forma relevante (isto é, da forma como
aceitamos pela taxonomia clássica) os primatas.
Para tal vamos começar com a sequência de HSP70 humana
selecionada a partir de uma busca no banco de proteínas do NCBI com o string
HSP70 Homo sapinens. O resultado traz muitas sequências, mas escolheremos a que
está mostrada abaixo:
heat shock protein 70 [Homo sapiens]
701 aa protein
Accession: AAA02807.1 GI: 292160
O link para ela é: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/protein/AAA02807.1
A partir da página da proteína clickamos à direita na opção RUN
BLAST. Assim que a página do Blastp abrir, escolheremos para Organism a opção
primates (inicie a digitação e aguarde para que a definição do táxon apareça)
e, quando o serviço estiver concluído, escolheremos sequências de HSP70 de
primatas que estejam aparentemente completas (com query coverage maior ou igual
a 99%). Para isso basta clicar nos quadradinhos à esquerda de cada sequência
escolhida, uma para cada primata, sem repetições. Uma vez feito isso podemos
baixar todas as sequências no formato FASTA num arquivo único (clique em
download, na linha acima da tabela e escolhafasta). O arquivo vem no formato .txt e vai se chamar
seqdump. Você vai encontrá-lo baixado em sues Downloads.
Você deve separar as sequências do arquivo com um espaço em
branco entre elas. Para isso procure o sinal de > e manualmente separe as
sequências. Também retire toda a informação depois do sinal de >, exceto no
nome da espécie, que deve não ter espaços (sugerimos colocar um underline entre
os dois nomes da espécie)
No final o aspecto ficará mais ou menos assim:
>Homo_sapiens
MSVVGIDLGFQSCYVAVARAGGIETIANEYSDRCTPACISFGPKNRSIGAAAKSQVISNAKNTVQGFKRFHGRAFSDPFV
EAEKSNLAYDIVQWPTGLTGIKVTYMEEERNFTTEQVTAMLLSKLKETAESVLKKPVVDCVVSVPCFYTDAERRSVMDAT
QIAGLNCLRLMNETTAVALAYGIYKQDLPRLEEKPRNVVFVDMGHSAYQVSVCAFNRGKLKVLATAFDTTLGGRKFDEVL
VNHFCEEFGKKYKLDIKSKIRALLRLSQECEKLKKLMSANASDLPLSIECFMNDVDVSGTMNRGKFLEMCNDLLARVEPP
LRSVLEQTKLKKEDIYAVEIVGGATRIPAVKEKISKFFGKELSTTLNADEAVTRGCALQCAILSPAFKVREFSITDVVPY
PISLRWNSPAEEGSSDCEVFSKNHAAPFSKVLTFYRKEPFTLEAYYSSPQDLPYPDPAIAQFSVQKVTPQSDGSSSKVKV
KVRVNVHGIFSVSSASLVEVHKSEENEEPMETDQNAKEEEKMQVDQEEPHVEEQQQQTPAENKAESEEMETSQAGSKDKK
MDQPPQCQEGKSEDQYCGPANRESAIWQIDREMLNLYIENEGKMIMQDKLEKERNDAKNAVEEYVYEMRDKLSGEYEKFV
SEDDRNSFTLKLEDTENWLYEDGEDQPKQVYVDKLAELKNLGQPIKIRFQESEERPNYLKN
>Pan_paniscus
MSVVGIDLGFQSCYVAVARAGGIETIANEYSDRCTPACISFGPKNRSIGAAAKSQVISNAKNTVQGFKRFHGRAFSDPFV
EAEKSNLAYDIVQLPTGLTGIKVTYMEEERNFTTEQVTAMLLSKLKETAESVLKKPVVDCVVSVPCFYTDAERRSVMDAT
QIAGLNCLRLMNETTAVALAYGIYKQDLPALEEKPRNVVFVDMGHSAYQVSVCAFNRGKLKVLATAFDTTLGGRKFDEVL
VNHFCEEFGKKYKLDIKSKIRALLRLSQECEKLKKLMSANASDLPLSIECFMNDVDVSGTMNRGKFLEMCNDLLARVEPP
LRSVLEQTKLKKEDIYAVEIVGGATRIPAVKEKISKFFGKELSTTLNADEAVTRGCALQCAILSPAFKVREFSITDVVPY
PISLRWNSPAEEGSSDCEVFSKNHAAPFSKVLTFYRKEPFTLEAYYSSPQDLPYPDPAIAQFSVQKVTPQSDGSSSKVKV
KVRVNVHGIFSVSSASLVEVHKSEENEEPMETDQNAKEEEKMQVDQEEPHVEEQQQQTPAENKAESEEMETSQAGSKDKK
MDQPPQAKKAKVKTSTVDLPIENQLLWQIDREMLNLYIENEGKMIMQDKLEKERNDAKNAVEEYVYEMRDKLSGEYEKFV
SEDDRNSFTLKLEDTENWLYEDGEDQPKQVYVDKLAELKNLGQPIKIRFQESEERPKLFEELGKQIQQYMKIISSFKNKE
DQYDHLDAADMTKVEKSTNEAMEWMNNKLNLQNKQSLTMDPVVKSKEIEAKIKELTSICSPVISKPKPKVEPPKEEQKNA
EQNGPVDGQGDNPGPQAAEQGTDTAVPSDSDKKLPEMDID
Etc...
Teremos que baixar também uma sequência de HSP70 de um
organismo não relacionado aos primatas e acrescentar no nosso arquivo de
sequências. Escolheremos a HSP70 do sapo africano Xenopus laevis.
Hsp70 protein [Xenopus laevis]
647 aa protein
Accession: AAH78115.1 GI: 50415517
Com todas as sequências editadas e copiadas para o
clipboard, podemos ir ao programa ClustalW2( http://www.ebi.ac.uk/Tools/msa/clustalw2/)
e colar na caixa de diálogo. Basta agora pressionar o Submit.
O resultado apresenta quatro abas, sendo a da tela aquela
que mostra o alinhamento. Para ver a árvore clique em Guide tree. Role a tela e
abaixo das primeiras informações vai aparecer Phylogram. Aí, se o Java estiver
habilitado no seu computador, você poderá ver vários tipos de árvores. Nenhuma
delas é realmente bonita...
Para ver árvores mais elegantes, é precisosalvar o arquvi
que gera as árvores. Clique na aba Guide tree e depois em Download guide tree
(com o botão direito) e salve o arquivo (a extensão será .dnd)onde possa recuperar
depois. Este arquivo será lido pelo Treeview.
Finalmente, para ver a árvore (dendrograma indicando as
distâncias genéticas entre as sequências),é preciso instalar o programa
Treeview. Ele pode ser baixado para Eindows Vista ou posterior do link http://taxonomy.zoology.gla.ac.uk/rod/treeview/1.6.6/setup.exe
Instale o programa no seu computador. Não sabemos se
funcionará num tablet.
Ao abrir o programa, é preciso escolhe File --- Open e procurar
onde o arquivo . dnd gerado pelo ClustalW foi gravado. Quando abrir, várias
opções de árvores estarão disponíveis. Experimente todas elas.
Procure identificar cada espécie (use o Google) e veja se a
árvore faz sentido. Depois inspecione as sequências escolhidas e veja se alguma
parece estranha: muito curta ou muito longa em relação às demais. Retire as
sequências discrepantes e repita o ensaio.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Nova referência bibliográfica
Caros alunos.
O livro abaixo
Biologia Molecular - Princípios e Técnicas , publicado recentemente (2012), é bastante adequado para
a disciplina.
Os autores são MICHAEL M. COX; JENNIFER A. DOUDNA; MICHAEL
ODONNELL, e a editora é a ArtMed.
Para uma avaliação preliminar listo a seguir o índice do
livro
PARTE I - Fundamentos
Capítulo 1. O Estudo das Moléculas
da Vida
Capítulo 2. DNA: O Depósito da
Informação Biológica
Capítulo 3. As Bases Químicas das
Moléculas Envolvidas no Fluxo de Informações
Capítulo 4. A Estrutura das
Proteínas
Capítulo 5. Função Proteica
Capítulo 6. Estrutura do DNA e do
RNA
Capítulo 7. Estudando Genes
PARTE II - Métodos e Estrutura do Ácido Nucleico
Capítulo 8. Genomas,
Transcriptomas e Proteomas
Capítulo 9. Topologia: Deformações
Funcionais do DNA
Capítulo 10. Nucleossomos,
Cromatina e Estrutura Cromossômica
PARTE III - Transferência da Informação
Capítulo 11. Replicação do DNA
Capítulo 12. Mutação e Reparo do
DNA
Capítulo 13. Recombinação Homóloga
e Reparo do DNA
Capítulo 14. Recombinação
Sítio-específica e Transposição
Capítulo 15. Síntese de RNA
Dependente de DNA
Capítulo 16. Processamento de RNA
Capítulo 17. O Código Genético
Capítulo 18. Síntese Proteica
PARTE IV - Regulação
Capítulo 19. Regulação do Fluxo de
Informação
Capítulo 20. A Regulação da
Expressão Gênica em Bactérias
Capítulo 21. A Regulação
Transcricional da Expressão Gênica em Eucariotos
Capítulo 22. A Regulação
Pós-transcricional da Expressão Gênica em Eucariotos
Apêndices
Organismos-modelo
Glossário
Soluções dos Problemas
Índice
domingo, 10 de março de 2013
Resultados da primeira avaliação de Genética Molecular
|
Amélia Albuquerque
|
3,6
|
|
Ana Cecília
|
4,0
|
|
Ana Janaína
|
6,4
|
|
Ana Milena
|
5,9
|
|
Barbara Leonor
|
4,5
|
|
Bruno César
|
4,1
|
|
Carla Karine
|
4,3
|
|
Célio José
|
4,5
|
|
Clovis Cardoso
|
2,8
|
|
Fernanda Veríssimo
|
2,4
|
|
Filipe Ferreira
|
3,7
|
|
Flávia Maria
|
2,9
|
|
Guilherme Higino
|
3,7
|
|
Handerson Costa
|
2,6
|
|
Hugo Rafael
|
6,6
|
|
Jéssica Josefa
|
3,0
|
|
João Carlos
|
7,1
|
|
Júlia de Santana
|
4,9
|
|
Karine Maria
|
4,9
|
|
Karolliny Amanda
|
2,4
|
|
Kika Watanabe
|
2,6
|
|
Leonardo Lemos
|
5,7
|
|
Leonardo Manghi
|
3,9
|
|
Leticia de Assis
|
4,0
|
|
Ligia Rosa
|
5,2
|
|
Lorrayne Gabriele
|
3,5
|
|
Marcos Antônio
|
6,7
|
|
Maria Gorete
|
3,1
|
|
Maria Jéssica
|
6,4
|
|
Maxwell do Nascimento
|
4,6
|
|
Natalia Gessica
|
2,9
|
|
Natassia Javorski
|
4,1
|
|
Nathalia Gama
|
6,4
|
|
Nayana Buarque
|
3,8
|
|
Polyana Vieira
|
3,5
|
|
Priscila Correia
|
5,7
|
|
Rafaella Pinto
|
3,5
|
|
Raissa Moraes
|
5,5
|
|
Raissa Muniz
|
4,1
|
|
Rebeka de Oliveira
|
2,5
|
|
Rodrigo Bezerra
|
3,6
|
|
Romero Luis
|
3,7
|
|
Thallittia
|
5,3
|
|
Walter de Paula
|
3,9
|
domingo, 3 de março de 2013
O gene "esquecido" nas plantas transgênicas: mentiras e verdades
Caros leitores, mais uma vez temos uma informação sobre
transgênicos circulando na internet que não corresponde à verdade. Os órgãos
reguladores (CTMNio e seus correspondentes mundo afora), desde o início da
avaliação de riscos das plantas transgênicas, sempre se preocuparam com ORFs
(pequenos trechos de DNA que podem ser potencialmente traduzidos em proteínas)
criadas pela inserção da construção transgênica. Podevin e Du Jardin mostraram
que há uma série de ORFs teóricas dentro do promotor do vírus do mosaico da
couve flor, que é empregado em várias variantes nas construções de transgênicos.
Todos os avaliadores de risco já sabíamos disso, mas ocorrem duas coisas
importantes:
a) estas ORFs são muito pequenas e, consequentemente, a proteína
expressa será, na verdade, um pequeno polipeptídeo, com altíssimas
probabilidades de não ter função alguma.
b) elas não têm um promotor a partir da qual pudessem ser
expressas. Na verdade, elas fazem parte de um promotor (o tal pCMV35) que vai
permitir a expressão do gene clonado. Assim, é altamente improvável que venham
a ser expressas nas células da planta transgênica.
Por isso, nunca se deu qualquer ênfase a elas, pois não há uma
"rota ao dano" que possa ser estabelecida se não há expressão dos
segmentos gênicos das ORFs. Numa abordagem teórica os autores Podevin e Du
Jardin concluem, por outro lado, que não há similaridade com alérgenos nem com
toxinas. Portanto, ainda que fossem expressas, não causariam qualquer dano ao
homem ou aos animais que consumissem produtos onde estivessem presentes.
Quanto à ligação com o tal gene VI, é um artifício de retórica.
As ORFs teóricas estão em quadros de leitura diferentes do gene VI e, portanto,
os pequenos peptídeos eventualmente produzidos não têm semelhança alguma com a
proteína codificada pelo gene VI (a P6 viral). Por fim, o artigo não coloca em
questão os trabalhos dos avaliadores anteriores nem sugere que os possíveis
peptídeos sejam perigosos.
Para os que quiserem exercitar seus conhecimentos de BLAST e ORF
Finder, o genoma tem 8.024 pares de bases (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/nuccore/NC_001497.1)
e o segmento gênico de interesse se chama reading frame (VI), cuja sequência
gênica pode ser encontrada no link acima. Verão que há seis pequenas ORFs, em
quadros de leitura 5´-3´, mas diferentes do quadro de leitura original. A maior
delas codifica teoricamente um peptídeo de apenas 87 aminoácidos, que tem
baixíssima similaridade com apenas quatro proteínas do banco de dados do NCBI.
Como exercício, podem blastar as ORFs menores.
Por que a mentira pelo lado dos "ambientalistas"?
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Primeira avaliação Genética Molecular – 2º sem. 2012 28/01/2013 (gabarito e comentários)
1.
(1,5 ponto) - O surgimento da vida na Terra
parece ter sido rápido, cerca de 600 milhões de anos após o resfriamento. Mas o
estabelecimento de formas de vida diferentes de simples unicelulados levou
quase 3 bilhões de anos. Comente como o reparo de DNA pode ter contribuído para
esta demora.
O que
importa frisar aqui é a perda de informação genética causada pelo meio ambiente
e o papel do reparo na manutenção desta informação.
2.
(1,0 ponto)- Ligue os elementos da coluna da
esquerda (enzimas do replicossomo de E. coli) com os da esquerda (suas
funções).
|
1
|
DNA pol III
|
|
( 5 )
|
Auxilia a abertura do DNA
relaxando a tensão acumulada nas voltas acima da forquilha de replicação
|
|
2
|
Helicase
|
|
( 4 )
|
Retira os primers e
ressintetiza pequenos trechos de DNA, com revisão
|
|
3
|
Primase
|
|
( 2 )
|
Auxilia a quebra das pontes de
hidrogênio e separação das fitas, dentro da forquilha de replicação
|
|
4
|
DNA pol I
|
|
( 3 )
|
Adiciona iniciadores de RNA
para a síntese da fita contínua e para cada fragmento de Okazaki da fita
descontínua
|
|
5
|
Girase
|
|
( 1 )
|
Sintetiza os fragmentos mais
longos de DNA e faz revisão da síntese
|
3.
(1.0 ponto) Na replicação do DNA linear de
Streptomyces, um procarioto, o DNA se circulariza pela ligação de suas
extremidades. Porque a bactéria faz isso?
O
importante aqui é enfatizar o “problema das pontas” e comentar porque o círculo
resolve isso.
4.
(1,0 ponto) Os promotores bacterianos clássicos
têm uma estrutura conservada. Qual das características abaixo NÂO FAZ PARTE
desta estrutura.
a) uma caixa TATA na posição -10
b) o distanciamento de aprox. 20
pb entre duas caixas de consenso
c) um sinal de iniciação da transcrição em torno da
posição +1
d) uma caixa com sequencia
conservada na posição -35
e) ausência de conservação de
sequência entre caixas de consenso
5.
(1,0ponto) Genes eucariotos costumam ter
segmentos relativamente longos que serão posteriormente retirados do mRNA
maduro. Outros processos são também necessários para gerar o mRNA e localizá-lo
junto aos ribossomos. Ligue os elementos da esquerda com os da direita nas
colunas abaixo
|
1
|
Poliadeninação
|
|
(3 )
|
Retira os introns
|
|
2
|
“capping”
|
|
(4 )
|
Indispensável ao posicionamento
do mRNA
|
|
3
|
Splicing
|
|
(1 )
|
Adiciona sequências de adenina
na extremidade 3´do mRNA
|
|
4
|
Transporte para o citoplasma
|
|
( 2)
|
Adiciona a base
7-metil-guanosina na extremidade 5´do mRNA
|
|
|
|
|
( )
|
O processo ocorre no citoplasma
|
Obs: Todos
os processos ocorrem no núcleo ou na sua membrana.
6.
(1,0) Porque aminoácidos mais frequentemente
empregados na síntese de proteínas têm mais códons?
Pois
isso reduz a chance de que a mutação sobre o códon modifique o aminoácido
respectivo. Outra forma de dizer seria: porque aumenta a incidência de mutações
silenciosas (mas é uma forma indireta de esclarecer a questão)
7.
(1,0 ponto) O mecanismo de vazamento do operon lac
garante seu funcionamento porque:
a) permite um suprimento basal de
b-galactosidase, essencial para manter níveis de ATP mínimos na célula;
b)
permite uma síntese de pequenas quantidades de permease que garante a
entrada na célula da lactose, indutor do sistema;
c) permite a eficiente degradação da lactose que
entrar na célula, antes mesmo da síntese de novo de beta-galactosidase;
d) permite que a produção do repressor seja
interrompida pela entrada de pequenas quantidades de lactose;
e) permite que a degradação do repressor ocorra
sempre que houver lactose no meio de cultura.
8.
(1,0 ponto) Indique se as afirmações sobre as
várias etapas de regulação gênica em eucariotos são verdadeiras (V) ou falsas
(F).
a)
a alteração da cromatina é irrelevante (_F_)
b)
a formação do complexo transcricional é a etapa mais importante no controle da
expressão gênica (_V_)
c)
no processamento do mRNA o splicing alternativo é responsável pela expansão do
proteoma (_V_)
d)
após a produção do mRNA, a célula obrigatoriamente produzirá a proteína
codificada (_F_)
e)
a partir de um mRNA maduro pode-se produzir proteínas distintas por
processamento da cadeia polipeptídica original (_V_)
9. (1,5
pontos) Assinale V para verdadeiro e F para falso: Gabarito será anexado posteriormente
|
( )
|
A expressão de genes envolvidos na manutenção de células
em eucariotos é de regulação constitutiva;
|
|
( )
|
O processamento alternativo é um tipo comum de controle
ao nível de DNA, que permite gerar uma maior variabilidade de proteínas;
|
|
( )
|
Elementos regulatórios em eucariotos podem ser proximais
ou estar situados a certa distância do gene estrutural;
|
|
( )
|
Na remodelação da cromatina os nucleossomos são
movimentados de forma a disponibilizar as regiões regulatórias, permitindo a
transcrição;
|
|
( )
|
Resíduos de aminoácidos de uma proteína interagem com
bases do DNA pelos sulcos da dupla hélice;
|
|
( )
|
Isoladores impedem que a expressão de um gene contamine a
expressão de outro gene vizinho;
|
|
( )
|
A síntese de ferritina, proteína de estocagem de Fe, é
regulada ao nível transcricional e depende da disponibilidade de Fe;
|
|
( )
|
A edição de RNA é um controle pós-transcricional;
|
|
( )
|
Quando fatores de transcrição se ligam aos silenciadores,
a transcrição de genes que eles controlam é reprimida;
|
|
( )
|
No processamento alternativo um intron não retirado pode
se tornar exon.
|
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